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Evil is the absence of empathy.

Num instante, abandonam os ideais nacionalistas que os conduziram até ali. Quando estão com fome, não reclamam da origem da comida. Quando jogam futebol, misturam-se uns com os outros. Até mesmo a língua perdeu as suas variantes, não reclamam já o esoterismo de uma identidade única e intransmissível, passou a ser “a nossa língua”, a língua deles. No pátio da prisão não há nacionalistas. A solidão não tem nacionalidade.

Why did we let it happen?

Viviam em paz, respeitavam-se, e vieram eles, nacionalistas, a incitar ao ódio e à guerra. Por causa deles, milhares morreram. Agora foram eles, nacionalistas, presos e, na prisão, são todos amiguinhos. Pedem aos outros, os que não estão presos senão na dor de terem perdido mães, pais, filhos e filhas, irmãos, vizinhos e amigos, que olhem para eles, todos amiguinhos, já não nacionalistas, e lhes tomem o exemplo. Não conseguem ver a ironia da situação. De repente, a guerra perdera o seu inventado propósito, não tinha servido para nada. De repente, vamos todos afinal viver em paz porque até se está bem assim. Aquela guerra, de repente uma anedota.

De Ratko Mladić a Pedro Dias.

Não estavam desiludidos com a monstruosidade das suas acções mas com o facto de se ter deixado apanhar. Para o bem ou para o mal, haveremos sempre de preferir os fortes.

Acumulou todos os nãos que lhe couberam, nem um esbanjou, foi a única coisa que aprendeu a guardar.

Sou dessas que acredita que os benefícios da democracia estão sobrestimados e que acha uma afronta a ingerência de certos países nos afazeres de outros, procurando, à força de bomba ou de lei, torná-los democráticos. A democracia não se impõe, desenvolve-se. E, como na história do ovo, a pressão tem de vir de dentro para que sobreviva, não de fora, castradora. Há países que não estão preparados para a democracia. Não reconhecer tal hipótese é não somente ingénuo como perigoso. Veja-se o caso do Iraque, da Bósnia, ou de tantos países Africanos, de que lhes serviu a democracia até aqui? E há ainda aqueles para quem a democracia pode não compensar o investimento. Qual o preço da democracia na Síria? A democracia é cara, não serve para todos.

Dos coletes amarelos: a maior concentração alguma vez vista (no Facebook).

Queixamo-nos, mandamos vir, montamos um pequeno circo, não lá voltaremos a meter os pés. Mas escrever no livro de reclamações? Votar? Isso já dá muito trabalho.

Dos coletes amarelos: quando queres brincar aos anarquistas mas os teus amigos já foram todos para a terrinha.

Lições aprendidas: nunca marcar revoluções para as sete da manhã. Sobretudo se for dia de trabalho.

Dos coletes amarelos: vai ser bom, não foi?

Portugal pode envergonhar-nos até numa revolução. Conseguiríamos hoje voltar a fazer um 25 de Abril?

Saying Brexit is the most insidious way of saying goodbye.

Europe is currently bound to the North by popularism, and to the South by refugees drowned in the sea. To the east by Putin's tanks, and to the West by Trump's wall. In the past by war, in the future by Brexit. Today, Europe is alone more than ever, but it's citizens do not know it.

Europe is, however, for that reason the best solution and we do not know how to explain that to our citizens. Globalisation teaches us that today Europe is inevitable, there is no alternative. But Brexit also tells us that Europe is reversible, that you can walk backwards in history, even though outside of Europe, it is very cold.

Brexit is the most selfish decision ever made since Winston Churchill saved Europe with the blood sweat and tears of the English. Saying Brexit is the most insidious way of saying goodbye. Europe is not a market, it is the will to live together. Leaving Europe is not leaving a market, it is leaving shared dreams. We can have a common market, but if we do not have common dreams, we have nothing.

Europe is the peace that came after the disaster of war. Europe is the pardon between French and Germans. Europe is the return to freedom of Greece, Spain and Portugal. Europe is the fall of the Berlin Wall. Europe is the end of communism. Europe is the welfare state, it is democracy. Europe is fundamental rights. Can we live without all this? Can we give this all up?

Esteban Gonzales Pons

A demagogia está na boca do povo.

Depois de “ladrões”, a palavra preferida do povo para comentar algo que tenha a ver com política é “demagogia”. A maioria não saberia explicar o que significa.

O muro de Berlim não caiu de podre I

O que motiva a Esquerda há muito que não é o amor aos pobres, somente um ódio aos ricos.

O muro de Berlim não caiu de podre.

Admitimos, e até admiramos, que nos roubem com arte, mas que sejam hipócritas, isso é que não. Ah, Portugueses, como não adorar.

Falar da cona na rua é um acto político.


Diz que "isso a que chamam amor é trabalho não pago". Quem diria que o feminismo, afinal, é um capitalismo insuspeito.

Irene. Assenta-lhe bem o nome.

Do significante da palavra, conceptualização do mundo.

O Presidente Iraniano a anunciar o fim do Estado Islâmico é tão credível quanto o Governo Britânico a anunciar que, doravante, animais não sentem dor ou emoções. Tudo uma questão de palavras.

Rouba mas faz.

O perigo da democracia é permitir que cada País tenha os políticos que merece.

A true idea is the one that divides.

A mesma coisa para os verdadeiros líderes.

(Fidel morreu.)

O dia que era para ser.

Festejemos todos porque somos todos livres. Coloquemos cravos na lapela e cantemos as conquistas, saudemos a rebelia, e choremos o que se perdeu como se fôssemos latifundiários expropriados de terra. Melhor que antes, melhor que nada. O 25 de Abril é um quase, o dia que era para ser.

Chamem-me ingrata.

Tal como sucede com Mário Soares, desprezo com a mesma convicção os Capitães de Abril. A quem se atribui paternidade não se pode esperar mais do que paternalismo, mas ainda nos admiramos. A Liberdade não tem pais, só tem filhos.