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I have to start this over because I really want to get this right.

Not brave.

Tenho a ligeira suspeita de que quem critica a falta de liberdade de expressão das mulheres no Ocidente nunca viu um espectáculo de humor da Amy Schumer. Não dou nota disto por ela ser uma mulher a dizer o que diz. Digo-o porque, se fosse um homem, já teria sido crucificada.

13 reasons why.

Dizem que a infância é uma inocência. Dizem também que as crianças são cruéis. E pergunto-me então se a crueldade alguma vez poderá ser inocente ou se cabe à inocência ser inerentemente cruel.

Do amor que gera paz que é felicidade: we just lay our heads down in the same place and enjoy each other when we do.

- And I think we should get a place together and move in.
- [Chuckles]
- Why not?
- Why would we move in together?
- 'Cause I'm tired of living in a shithole SRO, and you're tired of sleeping on your roommate's sofa, for starters. I like being anywhere near you. It doesn't make me unhappy. I can't imagine living with anyone else that wouldn't make me go out of my fucking mind in two weeks but you.
- Eh.
- Eh.
- This is so romantic. I mean, one more double negative and I'll just fall straight into your arms, Vin.
- See?
- See what?
- You, with the smart-ass. I always knew I should get with a girl who's smarter than me. I'd be bored otherwise. Also, you're beautiful. I mean, like, you're the most beautiful woman I ever been with, but you've always known that, so I don't know. It's no fucking fun telling you that part.
- So, um, this new place of ours?
- Yeah?
- Does it mean we don't see other people? We get real possessive and we start living like a sad-shit married couple arguing over who takes out the garbage?
- I take out the garbage. All right, look, you wanna fuck somebody, fuck somebody. Same goes for me. No questions asked, all right? Nobody owns anybody. We just lay our heads down in the same place and enjoy each other when we do.
- [Laughing] You take the garbage out.
- Yeah, that's what I said. 


No The Deuce (ou, quando digo que ando a ver uma série sobre prostituição e o nascimento da pornografia e, logo de seguida, tenho de referir a brilhante interpretação do James Franco e da Maggie Gyllenhaal para não me julgarem uma pervertida.)

Daddies, husbands, and pimps - they're all the same. They love you for who you are until you try to be someone else.

Era a rebelde, a sem dono, trabalhadora por conta própria, efectivamente. Endireita a vida, faz-se mulher respeitada. Contudo, nunca haverão de deixar de lembrá-la que é uma puta. Uma puta bem-sucedida, é certo, mas puta é sempre puta.

Nesta época estranha a inteligência parece estúpida e a estupidez inteligente, e torna-se salutar desconfiar de ambas por questão de prudência.

Estão mais indignados que se tenham feito filmagens ilegais do que com o conteúdo das filmagens, os estúpidos.

We no longer divorce because we’re unhappy; we divorce because we could be happier.

Também as nossas vergonhas mudam com o tempo. Ela tem razão no que diz. Antes, era o divórcio que carregava todo o estigma. Agora, dos Clinton à Ana e ao Hugo, escolher ficar quando se pode abandonar é a nova vergonha.

Perhaps we were friend first and lovers second. But then perhaps this is what lovers are.

Uma pessoa vê o Casados à Primeira Vista e é bem capaz de começar a acreditar que só é preciso existir boa comunicação, mais nada. Claro.

Badass

O fantástico de uma Kathleen Zellner é que, ao contrário de um Harvey Spector, é real.

You are going to paint her, aren't you?

Sabem da fama dele mas acreditam todas. Enganam-se todas. O amor, esse ridículo, egoísta, necessário exercício de fé.

(ando a ver Genius. ainda não sei se Picasso era livre e ingénuo ou simplesmente cruel e egoísta.)

The Staircase.

Caiu pelas escadas abaixo, diz. Jura a pés juntos que ela caiu pelas escadas. Porém, olha-se e dir-se-ia impossível. Sangue na parede, no tecto, nos degraus, na roupa. Demasiado sangue, poucas escadas. A voz soa ensaiada, um histerismo premeditado, diz ela que nada sabe das urgências de vida e morte. A verdade, é que não existe uma arma do crime, não existem provas, não existe sequer motivo conhecido. Ainda assim, culpado, doze vezes culpado.

As pessoas não precisam de provas. As pessoas não querem saber de provas para nada, até os amantes, os encornados, sabem disso. As pessoas só precisam de histórias.

A presunção de inocência é um princípio bonito cujo fim é (quase) sempre deturpado. Quando te sentas no banco dos réus, és já um culpado. Mesmo que o ónus esteja na outra parte, és já aquele que tem de esforçar-se por afastar a culpa, medir as palavras, atentar aos gestos, baixar o olhar, sobretudo, não olhar aqueles que te julgam. O nível razoável de dúvida pouco tem de razoável, pende para o lado que melhor acalme as consciências, serve para lavar as mãos e encarecer discursos, não para validar inocentes. Na dúvida, escolheram-se sem dúvida porque até o inexplicável carece de explicação. Desde então, os seus olhos são mar. E se ele for, realmente, inocente?

Blessed is the man who, having nothing to say, abstains from giving us wordy evidence of the fact.

O Bruno de Carvalho é o sonho molhado de qualquer académico Português nas áreas de Gestão e da Psicologia: que caso de estudo mais rico e fascinante sobre liderança, gestão de equipas, ética, inteligência emocional, gestão do conflito, comunicação!

Há uma coisa muito mais importante que a inteligência, avô, é a bondade.

Pierre Curie recusou o Nobel a não ser que a esposa, Marie, também fosse reconhecida no seu mérito. Albert Einstein nunca mencionou publicamente o papel que Mileva Marić teve no seu trabalho.

A vida em círculos ou Stories always end in one of two ways – with a child or with death.

Ela fica de mau-humor porque ele nunca está em casa. Ele chega a casa, encontra-a de mau-humor, e por isso não quer estar em casa.

Relationship / Parenthood Goals

Randall e Beth, do This is Us.

This is how I like to imagine it, the answer.



What is more beautiful, my love? Love lost or love found? Don’t laugh at me, my love. I know it, I’m awkward and naive when it comes to love, and I ask questions straight out of a pop song. This doubt overwhelms me and undermines me, my love. To find or to lose? How do I look? All around me, people don’t stop yearning. Did they lose or did they find?

I can’t say. An orphan has no way of knowing. An orphan lacks a first love. The love for his mama and papa. That’s the source of his awkwardness, his naiveté. You said to me, on that deserted beach in California, “you can touch my legs.” But I didn’t do it. There, my love, is love lost. That’s why I’ve never stopped wondering, since that day: where have you been? Where you are now?

And you, shining gleam of my misspent youth, did you lose or did you find? I don’t know. And I will never know. I can’t even remember your name, my love. And I don’t have the answer. But this is how I like to imagine it, the answer. In the end, my love, we have no choice. We have to find. 

(de vez em quando, lembro-me de Pius XIII)

Como temer o futuro da civilização: um guia prático.

Andar a ler Homo Deus, terminar de ver The Handmaid’s Tale e começar a ver Westworld. Isso, ou ver o noticiário. Dependendo da zona geográfica, por vezes o simples sair de casa também resulta.

Até dá vontade de constituir família.

Vi-a, finalmente. This is Us é uma boa série: chora-se a cada episódio.

Not when it's easy, but when it's damn near impossible.

Your husband loves you, right? And what makes you worthy of his love? Is it because your respective infidelities cancel each other out? Maybe he knows who you really are not your body in bed or your mind at work, but the secret you, the person you don't want anyone to see, much less acknowledge yourself, a woman who is fucked up, and he loves you anyway. Isn't that true love? Someone who'll kiss your bruises the same way he kisses your lips, who's on your side, not when it's easy, but when it's damn near impossible, when you yourself don't think you deserve it? 

Masters of Sex, Coats or Keys