Eu sou o aventureiro azul e tenho a coragem.

Na surpresa do momento, com medo do lobo mau, corre a agarrar-se às minhas pernas para que a proteja. Confia em mim. Confia que cuidarei dela e que a defenderei de monstros e vilões. Que não a deixarei cair, que não a largo da mão. E penso na grande responsabilidade que isto é, existir quem confie em nós.

Você é o meu coração.

A olhar-me à porta de casa, enquanto vou embora, gritou um “gosto muito de ti” que ecoou pela rua toda. Valeu a pena deixar um País só por isto.

Sem merdas, sem medos, sem modas.

É com curiosidade e deslumbramento que os vejo crescer. Quero muito saber em quem se irão tornar. Tomo atenção às palavras e reacções como se explicassem o mundo e a vida começasse assim. Porque começa assim. Procuro ainda um modelo. E então reparo: ficou tão feliz com o presente inesperado e o seu instinto primeiro foi o de correr a partilhar a felicidade com quem mais ama. “Olha aqui, mãe!”. Talvez seja então verdade aquilo que apregoam: a felicidade é maior se partilhada.