Não lamentes, não apontes, não te mortifiques, não tenhas pena. Não culpes. Eu não te culpo a ti ou a mim. Estou bem, a sério. Por isso não venhas só por piedade ou para reconforto próprio, não existem remorsos a haver ou lágrimas a amparar. Nada de contas a regularizar ou feridas a sangrar, tudo passou. Não precisas de te certificar ou de preocupar. Está lá mas resisto, aguento, suporto. Já ninguém morre de amor. Descansa.
Vem se quiseres vir, não venhas se quiseres apenas saber, porque de nada adianta já saberes. Sei-o por mim: a ignorância não é essa caverna de Platão escura e medonha, a ignorância pode também ser uma bênção, o conforto de saberes que a luz lá fora não te pode cegar.
Vem se quiseres vir, não venhas se quiseres apenas saber, porque de nada adianta já saberes. Sei-o por mim: a ignorância não é essa caverna de Platão escura e medonha, a ignorância pode também ser uma bênção, o conforto de saberes que a luz lá fora não te pode cegar.
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