Onde se assenta que tudo o que aconteceu serve ao que há-de acontecer.

Tenho a minha crença velha que afasta a ideia do reencontro e um abismo no peito que vai explicando o destino pela memória. Somos seres explicativos: explicamos racionalmente os destinos de que não gostamos e inventamos explicações menos racionais para os que nos agradam e a que alguns chamam sinais. É para preservar a memória que vou tirando cada vez menos fotografias.

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