Love will tear us apart (again).

Aproximo-me, finalmente. Estou tão perto que sinto-te respirar junto aos meus olhos, na tua respiração pura de paz, e não quero adormecer só para continuar a olhar-te assim. Tão perto, que poderiam sentir-se os teus sonhos entre o meu sono. E todavia não te consigo alcançar. Sigo paralela aos teus humores por toda a lonjura do tempo, infinitamente mais próxima e infinitamente mais distante, tendendo para um infinito particular e inimaginável para ser espaço real. Se dos afectos lhes dessemos traços de geometria, tu serias sempre e indubitavelmente uma assímptota na minha vida.

2 comentários:

Anónimo disse...

"tu serias sempre e indubitavelmente uma assímptota na minha vida." <3

pp*

Marisa disse...

:)